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Pronto atendimento em neurologia

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ocorrências mais recorrentes no pronto atendimento em neurologiaQuatro ocorrências mais recorrentes no pronto atendimento em neurologia.

Quando se trata de emergência em neurologia, o atendimento ágil e o diagnóstico correto podem ser a grande diferença no prognóstico da doença. Conheça as 4 emergências mais comuns em nosso pronto atendimento especializado em neurologia.

E lembre-se quanto mais rápido for o atendimento melhor o prognóstico. A agilidade pode evitar o agravamento da doença e possíveis sequelas.

Sintomas de alarme de um AVC

Paralisação no rosto: Uma parte do rosto pode parecer “pendurada”. O paciente pode não sorrir, ou a boca e o olho podem parecer flácidos.

Fraqueza nos braços: Uma pessoa que está sofrendo um AVC pode não ser capaz de levantar os dois braços e mantê-los suspensos. Ela pode, por exemplo, sentir-se fraca ao levantar um copo. Outro sinal de alerta é a dormência no braço.

Dificuldade na fala: O paciente pode perceber sua fala lenta, articular mal as palavras ou dizer coisas confusas e incoerentes. Algumas pessoas podem ficar totalmente incapazes de falar, apesar de estarem acordadas.

Outros sintomas que precisam de atenção são problemas súbitos com um ou ambos os olhos; dificuldade repentina em andar; tonturas; perda de equilíbrio ou falta de coordenação; dor de cabeça súbita e severa; confusão e problemas de percepção.

– Hipertensão
– Colesterol
– Diabetes
– Fibrilação atrial
– Tabagismo
– Obesidade
– Falta de atividade física
– Dieta pobre.

Apesar de ser uma queixa bastante comum, a tontura pode ser um sintoma grave de doenças neurológicas. As crises de tontura podem ser decorrentes de tumores, acidentes vasculares, infecções e doenças inflamatórias, que ocorrem dentro do sistema nervoso central. Ou ainda devido a disfunções labirínticas (labirintite) e do nervo vestibular, provenientes de infecções, intoxicações medicamentosas, tumores extracranianos e traumas. A orientação médica é importante para investigar a origem dos sintomas.

Cefaleia

Existem mais de 200 causas de cefaleia, popularmente conhecida como dor de cabeça. De preocupações da vida que causam esse desconforto a doenças de outras origens que tem como consequência este mal e problemas efetivos na cabeça. A dor de cabeça não deve ser ignorada, já que pode ser parte do diagnóstico de uma doença grave ou não grave.

  • Dor acompanhada de febre ou vômito.
  • Dor intensa que aparece e evolui para um alto grau de dor em menos de um minuto.
  • Dor de cabeça decorrente da tosse.
  • Dor de cabeça decorrente de esforço.
  • Dor de cabeça que aparece durante o ato sexual.
  • Se durante a dor de cabeça apresentar sinais neurológicos como perda de força em um membro, perda de visão, dormência, ficar com a boca torta, andar com dificuldade.

Dor de cabeça que mude de característica: por exemplo, começa na nuca, vai para a frente, para a têmpora, aumenta de intensidade. Ou começa a ter dores de cabeça com maior frequência.A convulsão é provocada por uma atividade elétrica anormal no cérebro. Os sinais e sintomas variam conforme a região do cérebro afetada e a função que esta área desempenha.

Apesar de ser um distúrbio até comum, uma crise convulsiva requer cuidados e investigação a fim de procurar as causas destes episódios.

Procurar um hospital logo após uma crise convulsiva é fundamental. No pronto-atendimento neurológico a presença de uma pessoa que testemunhou a crise é fundamental para auxiliar no diagnóstico.

Procurar atendimento logo após uma crise convulsiva é fundamental. 

Causas da convulsão:

  • Febre alta em crianças com menos de 5 anos;
  • Meningites, encefalites, tétano, tumores cerebrais, infecção pelo HIV, epilepsia, etc;
  • Traumas cranianos;
  • Abstinência após uso prolongado de álcool e de outras drogas, ou efeito colateral de alguns medicamentos;
  • Distúrbios metabólicos, como hipoglicemia, diabetes, insuficiência renal, etc;
  • Falta de oxigenação no cérebro.

Como ajudar alguém durante uma crise convulsiva?

Mantenha a calma e tente proteger a cabeça do paciente para evitar um traumatismo. Vire o rosto da pessoa em crise de lado para eliminar o acúmulo de saliva e impedir que se asfixie com o próprio vômito. Remova todos os objetos ao redor que ofereçam risco de machucá-la. Afrouxe suas roupas.

Erga o queixo para facilitar a passagem do ar. Não coloque objetos na boca ou tente segurar a língua do paciente. Leve o paciente a um hospital tão logo termine a crise convulsiva.